Esse projeto eu adorei fazer. Diferente da maioria, tem um design editorial mais dinâmico, com formas que se permitem brincar pelas páginas, se movimentando em diferentes ângulos. O objetivo era lançar no Festival de Cinema de Gramado. E deu certo! Os textos curtos e muitas informações com possibilidades de trabalho visual deram dinâmica ao projeto. A capa que eu queria que fosse melhor. Mas quando tratamos de cinema, às vezes se torna inevitável usar uma película. Uma pena. Mas o restante, super legal de fazer.
Nossa empresa nasceu com a crença na experiência. Acreditamos que potencializar sentimentos, sensações ou rituais significa gerar uma conexão emocional única e permanente entre a marca e seus públicos de relacionamento. Planejamos e executamos uma comunicação baseada no design, que objetiva o engajamento dos públicos e a sustentabilidade do negócio. Por aqui você pode acompanhar nossos trabalhos, desenvolvidos por uma equipe de jornalistas e designers.
14 de setembro de 2009
Revista Banrisul Cinema
Esse projeto eu adorei fazer. Diferente da maioria, tem um design editorial mais dinâmico, com formas que se permitem brincar pelas páginas, se movimentando em diferentes ângulos. O objetivo era lançar no Festival de Cinema de Gramado. E deu certo! Os textos curtos e muitas informações com possibilidades de trabalho visual deram dinâmica ao projeto. A capa que eu queria que fosse melhor. Mas quando tratamos de cinema, às vezes se torna inevitável usar uma película. Uma pena. Mas o restante, super legal de fazer.
Somamos!
Identidade Visual
Lindo! Pena que não dá pra ver na tela, mas o papel escolhido para os materiais para o consultório do Dr. Cidio Halperin foi determinante para a qualidade e nobreza do material. Todos os impressos ficaram lindos, nobres, chiques, perfeitos para a nova fase de trabalho do cardiologista. O cartão de visitas, em serigrafia, ficou perfeito!
Rede Parceria Social II
Rede Parceria Social I
Mais um trabalho realizado em parceria com minhas amigas da Signi. Adoro, sempre, trabalhar com elas! Fizemos um projetinho super rápido para registrar o Relatório Social do Instituto Nestor de Paula/Corsan/Rede Parcerias Sociais.Além de ficar super bonito o projeto, respeitando um design com módulos de colunas fixos, ainda ajudamos a divulgar um trabalho super legal realizado pelas entidades. Parabéns para nós, gurias!
Revista revitalizada!
O layout do livro da FIRS me rendeu o redesign da revista da Federação. Com espaço para textos mais longos e informações destacadas em focos visuais diferenciados, a revista ganhou nova cara. O design arredondado garante conforto ao mesmo tempo que o desenho das curvas levam um ar mais arrojado a publicação. O primeiro número do novo design deve estar saindo do forno!
Ideias Memoráveis
Muito show esse trabalho que desenvolvi para a Federação Israelita do Rio Grande do Sul. Com edição do meu amigo Fábio Prikladnicki e coordenação do meu também amigo Tulio Milman, conseguimos reunir ótimas ideias em um livro com um texto super legal e o design editorial, claro!, que deu vida e tornou a leitura de cada capítulo agradabilíssima. Além do resultado final, que ficou super legal, foi um trabalho super tranquilo de ser feito, com reuniões saborosas adoçadas com strudel!
Design com sabor!
Mais um trabalho que desenvolvi para a Zorzo Design. Desta vez foi o rótulo para os vinhos Reserva Panceri Cabernet Sauvignon e Merlot. Foi meu primeiro (e até agora único) design de rótulo de vinho. E adorei fazer! Design de embalagem muito me encanta. Agora só falta provar o vinho, da Serra do Marari de Santa Catarina!
Eventos

Aí acima estão apenas uns exemplos de telas que acabei desenvolvendo para a Zorzo Design Estratégico, da minha amiga Lu Zorzo. Acabei ficando responsável pelo design das tenhas e vinhetas dos eventos PGQP 2009, premiação que aconteceu na Fiergs, e CNI, que ocorreu em São Paulo, em agosto deste ano. O evento da CNI tinha como mote principal o Manifesto pela Mobilização empresarial. Todo o meu design foi animado pelo Alex, sempre sob coordenação da Lu. Depois de muita dedicação, os dois eventos foram o maior sucesso, com direito a muitos elogios dos empresários.
26 de maio de 2009
Ganhei a concorrência...

Essa eu tenho que contar!
Essa imagem que está aí é só pra dar o gostinho do que vai circular ano que vem nas agendas da Umbrasil, para as escolas de todo o país. Um trabalho minucioso que estou fazendo, mas muito gratificante, ainda mais considerando que ganhei uma concorrência nacional para fazer essa criação. Além de tudo, trabalhar para crianças e adolescentes é sempre elevar a criatividade a potência. Nesse caso da agenda, todas as páginas são criadas como se fosse um diário, um scrapbook, um moleskine. Tá ficando muito legal, mesmo. Pena eu ter que me segurar e mostrar outros detalhes só no ano que vem!
27 de abril de 2009
O poder da Informação
"A maioria de nós já ouviu dizer que estamos vivendo na era da informação. Já não somos fundamentalmente uma cultura industrial, mas de informação.
Vivemos numa época em que novas idéias, movimentos e conceitos mudam o mundo quase diariamente, quer sejam profundos e de importância, físicos ou mundanos, como o hamburguer mais vendido. Se há alguma coisa que caracteriza o mundo contemporâneo é a corrente maciça de informação e, pois, de mudança. Essa nova informação vem a nós por meio de livros, filmes, internet, como uma tempestade de dados para serem vistos, sentidos e ouvidos.
Nesta sociedade aqueles com a informação e os meios para comunicá-la têm aquilo que o Rei costumava ter: poder ilimitado. Como Kenneth Galbraith escreveu: "Dinheiro é o combustível da sociedade industrial. Mas na sociedade da informática, o combustível, o poder, é o conhecimento.
Vê-se agora a estrutura de uma nova classe dividida entre aqueles que têm informação e os que devem atuar na ignorância. Esta nova classe não tem seu poder no dinheiro ou na posse da terra, mas no conhecimento.
O que há de notável é que a chave do poder é acessível a todos nós. Nos tempos medievais, se você não fosse o rei, teria grande dificuldade em tornar-se um. Se não tivesse capital no começo da Revolução Industrial, as possibilidades de consegui-lo eram muito poucas. Mas hoje, qualquer rapaz de jeans tem condições de criar uma corporação que pode mudar o mundo. "
Anthony Robbins
Vivemos numa época em que novas idéias, movimentos e conceitos mudam o mundo quase diariamente, quer sejam profundos e de importância, físicos ou mundanos, como o hamburguer mais vendido. Se há alguma coisa que caracteriza o mundo contemporâneo é a corrente maciça de informação e, pois, de mudança. Essa nova informação vem a nós por meio de livros, filmes, internet, como uma tempestade de dados para serem vistos, sentidos e ouvidos.
Nesta sociedade aqueles com a informação e os meios para comunicá-la têm aquilo que o Rei costumava ter: poder ilimitado. Como Kenneth Galbraith escreveu: "Dinheiro é o combustível da sociedade industrial. Mas na sociedade da informática, o combustível, o poder, é o conhecimento.
Vê-se agora a estrutura de uma nova classe dividida entre aqueles que têm informação e os que devem atuar na ignorância. Esta nova classe não tem seu poder no dinheiro ou na posse da terra, mas no conhecimento.
O que há de notável é que a chave do poder é acessível a todos nós. Nos tempos medievais, se você não fosse o rei, teria grande dificuldade em tornar-se um. Se não tivesse capital no começo da Revolução Industrial, as possibilidades de consegui-lo eram muito poucas. Mas hoje, qualquer rapaz de jeans tem condições de criar uma corporação que pode mudar o mundo. "
Anthony Robbins
20 de abril de 2009
Hannover
22 de março de 2009
Criação para arquitetos!
Esse material é um book de lançamento para um empreendimento da Emak Construtora. A arquitetura sempre me fascinou e agora estou tendo a oportunidade de trabalhar com eles. O book está show de bola. Pena que na tela não é possível ter a percepção do papel. Todo em couche fosco 230g, tem faca na capa (que é completamente amarela) e prolan de acabamento, para valorizar um pouco mais o material.
Trabalhos assim me deixam felizes quando vejo o resultado.
Aventuras publicitárias!
Pois é, ando me aventurando no mundo dos publicitários! Isso é o mais legal desse meu novo momento, com meu estúdio de criação. Estou fazendo vôos por territórios que antes não havia visitado.Claro, há muito o que aprender, nem questiono isso. Mas aí estão alguns dos resultados de minhas aventuras. O anúncio maior, que fiz para a Knijnik Comunicação foi para a revista Imóvel Class. Os pequenininhos foram publicados no caderno de Imóveis da ZH dominical.
Gastronomia

O projeto gráfico do livro fui eu quem criei, ainda para o pessoal da Plural Comunicação, em um dos últimos trabalhos que fiz vinculada a eles (infelizmente não colocaram o meu crédito!).
Mas foi super legal de desenvolver. Precisava ser um projeto que remetesse àqueles livros das vovós, mais antigos, com as receitas bem caseiras. Entre idas e vindas para a aprovação do projeto, ele ficou com a carinha das vós lá do interior, cheio de texturas de tecidinhos coloridos e fitas que fazem a conexão entre os tecidos e as receitas. Há lacinhos, papéis antigos rasgados, tecidos e até uma galinha de tecido, daquelas que fica em cima da geladeira no interior! Tudo para caracterizar bem o contexto das receitas.
Bom apetite! ;)
Livros GMC
Informativos
Meu mundinho!
Adoro verde! Acho que é a cor que mais me inspira, por estar ligada à natureza, à vida, porque remete esperança. Cresci ouvindo meu pai dizer que a cor preferida dele era verde! Talvez, por herança genética, a minha também seja. Enfim, cores, tantos aspectos psicológicos e comportamentais... Pode ser que Freud explique!
Não é à toa que escolhi verde para a minha marca, marca do meu estúdio de criação. E ele está assim, com verde pelas paredes, pela decoração, nos lápis, por tudo...


15 de março de 2009
Escolhas pessoais
Acredito muito que devemos criar nosso próprio estilo. Não só de criar, de estabelecer os métodos para nosso trabalho, mas também de lidar com nossos clientes e com todas as dificuldades que esse mundo da criação nos propicia. Quanto mais originais pudermos ser, com mais autenticidade conquistamos nosso espaço e o reconhecimento daqueles que trabalham conosco. Devemos ser abertos a tudo e a todos, pois nossa mente se alimenta de tudo o que vemos e sentimos. Mas isso deve ser, nada mais, nutrir a criação, exercitar a mente. Nunca copiar aquilo que não nos pertence.
Abaixo repasso um texto de um crítico do design, publicado já há alguns anos no site Design Gráfico. Mas que, por seu conteúdo, continua atual.
Escolhas pessoais
Na vida e na arte cada um decide seus caminhos fazendo escolhas e tomando decisões. Para os designers as escolhas determinam os "estilos" e o maior ou menor grau de personalização de seu trabalho criativo. Para se ter um trabalho pessoal é necessário colocar coisas pessoais trabalho, ao contrário você utiliza a linguagem e as fórmulas de outrem, estará fazendo um trabalho com o estilo de outro. Assim se um ilustrador utiliza a linguagem do Seymour Schwast, por exemplo, para construir uma carreira profissional ao sul da última ilha dos Mares do Sul, não está fazendo nada pessoal. Está apenas copiando um outro artista. Na música você pode copiar apenas alguns compassos sem ser considerado um plagiador. Mas no design gráfico vemos pessoas se apropriando de cores, do desenho, do jeito de usar a tipografia, dos enquadramentos, dos cortes, sem se importar (pessoalmente) com isso, e tampouco com o identificação de suas fontes. Quando flagrados ou criticados se explicam afirmando que "fizeram uma homenagem ao autor".
Para não cair tolamente nesta armadilha os designers devem ter suas preferências cromáticas, tipográficas, photoshópicas, fotográficas, técnicas etc., para saber de onde estão partindo. E se o caso não se adaptar a nenhuma de suas escolhas, saber que podem fazer novas escolhas negando seus paradigmas ou confrontando suas idéias com as novas necessidade e, portanto, com novos modos de expressão. Escolhas não obliteram a intuição nem a sensibilidade, que nunca devem ser olvidadas no processo criativo. O fato de termos nossos paradigmas não determina de antemão uma resposta pronta para os problemas de design aos quais procuramos dar uma resposta eficiente ou poética. Quem tem a resposta antes da pergunta não trabalha com design mas sim com clichês, e embora todo clichê carregue algo de verdade, eles não respondem a totalidade dos problemas criativos que enfrentamos na vida profissional.
Uma vez, tempos atrás escrevi que o norte do designer é a cultura, hoje acrescento a sensibilidade. Ela nos ajuda a identificar na realidade circundante a nossa palheta de cores, o vernacular e popular que qualifica nossa tipografia, o modo como o olho brasileiro se apropria dessa realidade e do pastiche global que nos empurram olhos a dentro.Se não retiramos da vida a matéria prima para nossos designs, não serão os anuários americanos ou europeus que nos ensinarão a fazer um design bem brasileiro.
Claudio Ferlauto
Para não cair tolamente nesta armadilha os designers devem ter suas preferências cromáticas, tipográficas, photoshópicas, fotográficas, técnicas etc., para saber de onde estão partindo. E se o caso não se adaptar a nenhuma de suas escolhas, saber que podem fazer novas escolhas negando seus paradigmas ou confrontando suas idéias com as novas necessidade e, portanto, com novos modos de expressão. Escolhas não obliteram a intuição nem a sensibilidade, que nunca devem ser olvidadas no processo criativo. O fato de termos nossos paradigmas não determina de antemão uma resposta pronta para os problemas de design aos quais procuramos dar uma resposta eficiente ou poética. Quem tem a resposta antes da pergunta não trabalha com design mas sim com clichês, e embora todo clichê carregue algo de verdade, eles não respondem a totalidade dos problemas criativos que enfrentamos na vida profissional.
Uma vez, tempos atrás escrevi que o norte do designer é a cultura, hoje acrescento a sensibilidade. Ela nos ajuda a identificar na realidade circundante a nossa palheta de cores, o vernacular e popular que qualifica nossa tipografia, o modo como o olho brasileiro se apropria dessa realidade e do pastiche global que nos empurram olhos a dentro.Se não retiramos da vida a matéria prima para nossos designs, não serão os anuários americanos ou europeus que nos ensinarão a fazer um design bem brasileiro.
23 de janeiro de 2009
Revista Tramontina Hoje
Ilustrações



Essas ilustrações/montagens foram feitas para um catálogo de móveis, cujas criações permearam 4 universos: matemática, física, química e biônica. Fui convidada a desenhar o universo da matemática. As idéias caíram tão bem na proposta do cliente que acabei desenhando mais ilustrações para a física e ainda fiz a abertura do do catálogo. Esse trabalho foi muito gratificante de fazer.
"Os artefatos falam conosco, nossa visão é global. O vasto espaço do mundo se reduziu metafórica e fisicamente, e estamos aprendendo a lidar com uma incômoda intimidade, enquanto a privacidade se retrai e os recursos escasseiam. A semelhança entre a nossa revolução industrial e a anterior se estende, como era de se esperar, à influência exercida sobre as artes. Inúmeras abordagens conflitantes na pintura, arquitetura, cinema e design refletem a confusão cultural generalizada que perpassa esse começo de milênio."
Timothy Samara
Timothy Samara
Catálogo Fundacine
Encarte Esade
8 de janeiro de 2009
Publicidade tem design mas não é design
Há tempos o mercado confunde expressões forjadas lá fora que passam a fazer parte de nosso tempo e de nossas vidas. Durante décadas palavras como marketing, branding, design e outras, geraram interpretações errôneas que então são repetidas como se fossem da moda e fortalecem ainda mais a confusão por parte do mercado.
Na ausência de profissionais da área, na época, o design foi admitido ao domínio da propaganda e da publicidade pelas agências já terem maior tempo de Brasil e profissionais antenados no design global. O que funcionou bem por um tempo. Com a complexidade do conhecimento aplicado, a experiência e o planejamento técnico obrigaram a formação de profissionais especializados em design gráfico, ou os designers. Daí vieram as diferenças visíveis.
Na essência, publicidade e propaganda são, em síntese, passageiras, possuem um caráter pontual - campanhas solucionam problemas de comunicação, favorecem ações de venda e posicionam mercadologicamente a marca. Isso configura uma ação de curto prazo, que deve ser renovada mais freneticamente, pois é voltada ao tempo e contexto histórico e econômico.
Perceba que, para a tradução de desenho, existe a palavra draw, então, é fácil compreender, Design não significa desenho. Design é um projeto de maior duração, ligado intimamente aos princípios da empresa, sua identidade e o contexto cultural e leva em consideração inúmeras matérias na sua aplicação técnica.
Planejar identidades corporativas, projetos de frotas, sistemas de uniformização, peças de mobiliário urbano, embalagens, fachadas, sistemas de sinalização, projetos editoriais, símbolos tipográficos e objetos são de competência do escritório de design. O designer trabalha com projetos de Comunicação Visual. Pode ser feito por agências de propaganda e publicidade, mas são de competência dos designers. Assim como um farmacêutico pode receitar uma aspirina. Mas, é melhor ir ao médico.
Agências do mundo todo perceberam as implicações de misturarem áreas de publicidade e propaganda e design e as separaram. Hoje, funcionam como escritórios completamente independentes para prover soluções de publicidade e propaganda e design a seus clientes.
Escritórios de design são responsáveis pelas estratégias de gestão de marca, pelo branding e pela identidade da empresa e seus produtos e serviços. O design estratégico faz parte de grandes e médias corporações e serve, quando feito acertivamente, por profissionais, para aumentar o valor de marca.
Fonte: Revista Meio&Mídia
Na ausência de profissionais da área, na época, o design foi admitido ao domínio da propaganda e da publicidade pelas agências já terem maior tempo de Brasil e profissionais antenados no design global. O que funcionou bem por um tempo. Com a complexidade do conhecimento aplicado, a experiência e o planejamento técnico obrigaram a formação de profissionais especializados em design gráfico, ou os designers. Daí vieram as diferenças visíveis.
Na essência, publicidade e propaganda são, em síntese, passageiras, possuem um caráter pontual - campanhas solucionam problemas de comunicação, favorecem ações de venda e posicionam mercadologicamente a marca. Isso configura uma ação de curto prazo, que deve ser renovada mais freneticamente, pois é voltada ao tempo e contexto histórico e econômico.
Perceba que, para a tradução de desenho, existe a palavra draw, então, é fácil compreender, Design não significa desenho. Design é um projeto de maior duração, ligado intimamente aos princípios da empresa, sua identidade e o contexto cultural e leva em consideração inúmeras matérias na sua aplicação técnica.
Planejar identidades corporativas, projetos de frotas, sistemas de uniformização, peças de mobiliário urbano, embalagens, fachadas, sistemas de sinalização, projetos editoriais, símbolos tipográficos e objetos são de competência do escritório de design. O designer trabalha com projetos de Comunicação Visual. Pode ser feito por agências de propaganda e publicidade, mas são de competência dos designers. Assim como um farmacêutico pode receitar uma aspirina. Mas, é melhor ir ao médico.
Agências do mundo todo perceberam as implicações de misturarem áreas de publicidade e propaganda e design e as separaram. Hoje, funcionam como escritórios completamente independentes para prover soluções de publicidade e propaganda e design a seus clientes.
Escritórios de design são responsáveis pelas estratégias de gestão de marca, pelo branding e pela identidade da empresa e seus produtos e serviços. O design estratégico faz parte de grandes e médias corporações e serve, quando feito acertivamente, por profissionais, para aumentar o valor de marca.
Fonte: Revista Meio&Mídia
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